26 de julho de 2017

IMPORTANTES COMPOSITORES DE MÚSICAS CLÁSSICAS.

 
 
 
Existem centenas de compositores de música clássica, mas com o passar do tempo, alguns deles se destacaram como verdadeiramente brilhantes.
 
Portanto, suas inovações e influências são imensuráveis.  Eles são conhecidos em todo o mundo e sua música foi tocada e amada por milhões de pessoas por centenas de anos e, com toda a certeza, continuarão por centenas mais.

 

Ludwig Van Beethoven

 
Não há como argumentar que Beethoven é um dos mais famosos compositores da música clássica de todos os tempos. Beethoven nasceu em Bonn, mas estabeleceu-se em Viena. Ele escreveu muitas sinfonias bem conhecidas e influentes, de sua Sinfonia Pastoral a concertos e sonatas. Os mais famosos são a Nona Sinfonia, que inclui a "Ode à Alegria", e a Quinta Sinfonia, com suas notas de abertura facilmente reconhecíveis e dramáticas. Compor não era algo fácil para Beethoven e quando tinha 28 anos, perdeu a audição. Ele morreu em 1827.

Wolfgang Amadeus Mozart

 
Mozart foi uma criança prodígio. Com seis anos, estava tocando para o público e passou a se apresentar, junto com sua irmã, para a realeza em toda a Europa. Mozart escreveu muitas peças famosas, incluindo o Réquiem em Ré menor e óperas como "A Flauta Mágica" e "As Bodas de Fígaro". Compositor genial, morreu de uma doença desconhecida e foi sepultado em uma cova anônima no ano de 1791.

 

Johann Sebastian Bach

 
 
Johann Sebastian Bach viveu a sua vida e carreira em uma parte relativamente pequena da Alemanha, mas sua influência é sentida em todo o mundo. Bach veio de uma família de músicos, embora seus pais tenham morrido quando era jovem. Embora Bach tenha tido uma vida dissoluta desde cedo, ele decidiu que queria fazer música de igreja e começou a escrever cantatas, bem como fugas e concertos. As mais conhecidas peças de Bach são, provavelmente, os Concertos de Brandenburgo. Ele morreu em 1750.
 

Richard Wagner

 
O polêmico e prolífico Richard Wagner teve seu nome ligado a quase todas as tendências desagradáveis em sua terra natal, a Alemanha, do socialismo ao fascismo até mesmo ao anti-semitismo. No entanto, as óperas e composições dramáticas de Wagner são extremamente influentes, particularmente na música para o cinema e bem conhecidas neste meio, sendo a mais famosa a "Cavalgada das Valquírias" de sua ópera "Die Walkure" (A Valquíria). Wagner morreu em 1883.

 

Johannes Brahms

 
 
Tímido e reservado, Brahms não levou uma vida  selvagem ou cheia de crises, como alguns músicos famosos. Escreveu para vários tipos de instrumentos, incluindo clarinete, mas é mais conhecido por suas muitas peças para piano e canções, incluindo uma que veio a ser conhecida como "Lullaby" (ou "canção de ninar"). Brahms morreu em 1897.
 

Peter Ilyich Tchaikovsky

Tchaikovsky é mais conhecido por obras para o balé, especialmente a favorita perene de Natal , "O Quebra-Nozes", e o imortal "O Lago dos Cisnes". Ele também escreveu óperas, quartetos de cordas e concertos, todos conhecidos por suas melodias ricas e capacidade para criar humor. Tchaikovsky morreu em 1893.

Frederic Chopin

 
Chopin compôs predominantemente para piano, seu instrumento preferido. Ele começou a estudar piano e composição em uma idade jovem. Embora tenha morado por toda a Europa, passou a maior parte de seu tempo na França, onde começou um relacionamento malfadado com George Sand. Sua obra mais conhecida é a série de Nocturnos. A música de Chopin tornou-se conhecida por sua profundidade melódica e emocional. Ele morreu em 1849.
 

Igor Stravinsky

Stravinsky não é apenas um compositor famoso, mas foi nomeado pela revista "Time" como uma das 100 pessoas mais influentes do século 20. Ele é mais conhecido por seus balés, em particular a "Sagração da Primavera", que causou tumultos quando apresentada pela primeira vez na França. Stravinsky estabeleceu-se em Los Angeles e se tornou um cidadão americano, morrendo em 1971.

Joseph Haydn

 
Joseph Haydn veio de uma família grande e pobre. Ele trabalhou incansavelmente na música, tornando-se um menino de coro na Catedral de Viena, aos oito anos e, em seguida, dando aulas de música e se tornanado um acompanhante. Um dos jovens que procuraram por Haydn como um mentor foi o jovem Wolgang Mozart. De natureza gentil e bem-humorado, Hadyn muitas vezes escreveu sobre seu amor por Deus e pela natureza, compondo diversas sinfonias, mesmo em sua idade avançada. Ele morreu em 1809.

Franz Schubert

Desde a infância, Schubert foi dotado em muitos tipos de instrumentos, bem como no canto. Filho de um diretor de escola, era estudioso e trabalhador e começou a escrever música a partir de uma idade muito jovem. Schubert produziu um grande número de sinfonias, missas, obras de teatro e sonatas para piano. No entanto, ele tornou-se conhecido por suas canções, na maioria das vezes estruturadas como poesia. Schubert morreu em 1828.
 
 
 
 







 
 
 
FONTE:


https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_compositores_da_m%C3%BAsica_erudita_por_ordem_alfab%C3%A9tica





 

25 de julho de 2017

FILME "DIÁRIO DE UMA PAIXÃO" - POR TRÁS DE TODO GRANDE AMOR EXISTE UMA GRANDE HISTÓRIA.




Diário de uma Paixão é um filme de drama romântico estadunidense de 2004 dirigido por Nick Cassavetes e baseado no livro de mesmo nome de Nicholas Sparks.
O filme é estrelado por Ryan Gosling e Rachel McAdams como um jovem casal que se apaixonam durante a década de 1940.
 
Sua história é narrada a partir do dia de hoje por um homem idoso (interpretado por James Garner) contando o conto a uma colega residente do lar de idosos (interpretada por Gena Rowlands, que é mãe de Cassavetes).
 
 
 

SINOPSE
 
 
Em um asilo, vivem um homem (James Garner) e uma mulher (Gena Rowlands). Ele vive lá por opção, ela, por consequência de uma demência senil que prejudicou sua memória. Todos os dias, o homem lê para a senhora um capítulo de uma linda história de amor, que foi escrita num velho diário. A história consiste no romance de Noah Calhoun (Ryan Gosling) e Allie Hamilton (Rachel McAdams), que se conheceram e apaixonaram-se num parque de diversões em Seabrook Island, na Carolina do Sul, nos anos 40. Foi o verão mais intenso de suas vidas. Porém, por imposição da família de Allie, o casal, loucamente apaixonado, teve de separar-se quando as férias acabaram. Eles não aceitavam que ela, uma jovem rica de 17 anos se envolvesse com um pobre operário.
 
Veio a (Segunda Guerra Mundial) e Noah foi para a batalha. Antes disso, ele havia escrito 365 cartas, as quais foram escondidas pela mãe de Allie, que consequentemente nunca ficou sabendo e por isso nunca retornou. Noah ficou desolado, pensando ter acabado tudo e Allie arrasada, imaginando que seu amado a havia esquecido.
Ao voltar da Guerra, o pai de Noah o deu um presente, comprou a casa dos sonhos do filho, que passou a reformá-la da forma como Allie havia pedido. Tentou seguir com sua vida longe da mulher que amava, mas se tornou um homem solitário, ainda mais depois da morte de seu pai. Tentava suprir a falta de Allie na companhia de Martha, mas a própria sabia que não faria Noah feliz.
 
Sete anos se passaram e Allie estava noiva de Lon (James Marsden), a quem acreditava amar, apesar de rever Noah em seus pensamentos às vezes. Lon e Allie se conheceram quando ela se voluntariou para cuidar dos feridos da guerra. Lon era de família tradicional e os pais de Allie apoiavam o casamento. No dia da prova do vestido, Allie viu a foto de Noah no jornal, fazendo-a relembrar a história inacabada dos dois. Allie resolveu ir para Seabrook por uns dias, sem contar para Lon quem ia procurar. Ao rever Noah, ambos veem a chama da paixão juvenil reacender-se dentro de seus corações. Allie precisava agora decidir com quem queria realmente passar o resto de sua vida. Enquanto o homem conta a história para a senhora, ela passa a lembrar passagens de sua juventude, até perceber que ela é a Allie e o homem que lhe dedica horas todos os dias, é na verdade o homem com quem ela, afinal, escolheu ficar. Noah.
 

 
Diario de uma Paixao Nicholas Sparks capa
 
 
 
O livro, escrito por Nicholas Sparks, alcançou sucesso internacional de vendas, com mais de 12 milhões de cópias distribuídas por todo o mundo, e foi traduzido para mais de 20 línguas. Desse modo, o autor consolidou uma carreira de sucesso como romancista, já tendo publicado mais de 18 livros nos EUA e em vários outros países. Aqui no Brasil, o romance foi publicado pela Editora Novo Conceito em 2010.

 
Nicholas Sparks Diario de uma paixao

 
Nicholas Sparks possui variadas experiências profissionais; é formado em Economia, é atleta e empreendedor, tendo trabalhado em diversos empregos, tais como: avaliador de bens imobiliários, garçom e vendedor de produtos dentários, antes de atingir o sucesso na carreira de escritor. Um de seus romances mais conhecidos, Um Amor para Recordar, já foi resenhado aqui no blog. Nascido em Omaha, estado de Nebraska, nos Estados Unidos, atualmente, o autor mora na Carolina do Norte com sua esposa e filhos.
 
No posfácio do livro, Nicholas revela que antes de começar a escrever, ele pesquisou o mercado, escolheu o tema (uma história de amor), evocou um casal de personagens inspirados nos avós de sua esposa, passou dois meses pensando no enredo e decidiu que o Mal de Alzheimer, doença frequentemente presente nos noticiários, seria o meio que usaria para criar o senso trágico necessário para uma história amorosa de qualidade. Outro fator que contribuiu para a popularização de seus livros, além da temática estar em alta no mercado editorial, foram as adaptações cinematográficas de seus romances. Já foram dez obras suas adaptadas para o cinema, inclusive Diário de uma Paixão em 2004.






 

 

 

 

PINTURAS DE JOSEPH MALLORD WILLIAM TURNER. O PINTOR DE PAISAGENS INGLESAS.

 
(CLICAR NA IMAGEM PARA ASSISTIR AO VÍDEO)
 


 
Joseph Mallord William Turner  nasceu em 23 de abril de 1775 e faleceu em 19 de dezembro de 1851), foi um pintor de paisagens românticas inglesas, aquarelistas e gravadores, cujo estilo pode ter dito as bases do impressionismo.
 
Embora Turner tenha sido considerado uma figura controversa em seu dia, ele agora é considerado o artista que elevou a pintura de paisagem a uma eminência que rivaliza com a pintura da história.
 
Música: Shigeru Umebayashi - 2046 Tema principal
 


Joseph Mallord William Turner  - pintor
 
 
 
 
Original e brilhante, Joseph Turner foi um dos maiores pintores britânicos. Famoso já aos 30 anos, era figura de destaque na Academia Real inglesa. Mas nunca deixou de ser um homem áspero e solitário, conhecido também por seu desleixo no vestir e por certa avareza. Criado em Londres, viveu fascinado pelo Tâmisa: a água e os barcos, juntamente com os efeitos da luz, sempre foram sua inspiração maior. A área da cidade às margens do rio foi o local que escolheu para viver. Mas viajava muito — pela Grã-Bretanha e pelo resto da Europa —, em busca de novas paisagens para pintar. Quando morreu, aos 76 anos, deixou um imenso legado que totaliza mais de 20.000 obras, entre esboços, óleos e aquarelas.





Joseph Mallord William Turner nasceu Londres em 23 de abril de 1775. Seu pai era barbeiro, e sua mãe, filha de um açougueiro. A família morava sobre a barbearia, em Maiden Lane, Covent Garden, uma área da capital inglesa que, tal como ainda hoje, estava estreitamente ligada às artes.

Pouco se sabe a respeito de sua mãe, apenas que era propensa a ataques nervosos que a levariam à loucura: internada por insanidade no Hospital Bethlem, em 1790, viria a morrer quatro anos depois, num asilo particular. Turner jamais a mencionaria em sua vida adulta.



A Batalha de Trafalgar - 1839



Com o pai, ao contrário, o relacionamento era muito próximo, embora ele tenha comenta certa vez: "Papai nunca me dispensou elogios exceto por economizar meio penny". Esses elogios não foram em vão, pois Turner cresceu como um homem parcimonioso e extremamente astuto nas questões financeiras. E, na verdade, o pai também o encorajava de outras maneiras, inclusive exibindo seus desenhos na barbearia.

Quando garoto, Turner descobriu o amor pelo rio próximo à sua casa: as águas agitadas do Tâmisa, as constantes mudanças no jogo da luz de sua superfície, a neblina que dali emergia para as velas e o cordame dos navios, e mesmo o movimento das docas eram cenas que o perseguiriam durante toda a vida.

Na infância, Turner não recebeu nenhuma educação artística em particular. Entretanto, o treinamento que empreendeu, aliado a seu grande talento, foi suficiente para qualificá-lo a ingressar, aos 14 anos, no curso livre da Academia Real inglesa. Foi o mais jovem integrante da instituição, em toda a sua história. Ali, Turner trabalhou tão arduamente, e com resultados tão positivos, que atraiu críticas favoráveis e patronos. Ainda na Academia, estudou com Thomas Malton, autor de aquarelas detalhadas de motivos arquitetônicos.

A partir de 1794 e durante os três anos seguintes, Turner trabalhou na Monro School, copiando obras de outros artistas por alguns pence por noite. Entre os artistas cuja obra copiou estava John Robert Cozens (1752-1792). Seu contemporâneo — e rival —, Thomas Girtin, copiava os contornos; Turner completava, adicionando a aquarela. As selvagens e românticas paisagens suíças e italianas de Cozens parecem ter inspirado o jovem artista a procurar pintar tais cenas por si mesmo. E, em 1798, Turner já podia afirmar que tinha bem mais encomendas do que tempo disponível para realiza-las.
 
 
 


UM CARÁTER SOMBRIO E FECHADO



Turner era de estatura baixa e, com o tempo, foi se tornando atarracado e pesado, sem que isso prejudicasse sua energia natural. No rosto destacavam-se o nariz e um par de olhos atentos. Vários retratos mostram que seu aspecto era um tanto desalinhado, certamente em conseqüência do eterno hábito de fazer economia, comprando roupas baratas. Era, sobretudo, um homem seco, taciturno, só revelando na intimidade seu lado mais caloroso. Cercou com aura de mistério seus métodos de trabalho e era notoriamente fechado quanto à sua vida pessoal.

No ano em que ingressou na Academia fez a primeira de uma série de viagens que iriam lhe dar os padrões de sua vida profissional. Exibia grande resistência física nessas viagens e uma infatigável capacidade para elaborar esboços rápidos e incisivos em seu caderno de anotações. São esboços que, inclusive, formaram a base de suas aquarelas "topográficas": os estudos detalhados das construções góticas, por exemplo que fez até 1796. Nesse ano, aliás, expôs pela primeira vez um quadro a óleo, Pescadores no Mar — uma cena sob a luz do luar que ilustra dramaticamente os perigos enfrentados por pescadores durante um vendaval próximo à ilha de Wight's Needles.

No dia 31 de dezembro de 1799 Turner foi eleito sócio da Academia Real. Já era financeiramente independente e assim pôde sair de casa em 1800, estabelecendo-se na Harley Street. Nessa época mantinha um relacionamento com Sarah Danby, mãe de quatro filhos, que enviuvara recentemente. Tiveram, por sua vez dois filhos, e este relacionamento durou vários embora nunca tenham se casado nem vivido juntos. Os desenhos eróticos que Turner fez nesse período, retratando mulheres nuas, revelam seu vigoroso lado sensual; no entanto, ele nunca permitiria que qualquer relacionamento interferisse em seu rígido programa de trabalho.

Ainda em 1799, William Beckford, rico colecionador de arte e um dos patronos de Turner, abriu as portas de sua casa aos que se interessassem em estudar duas famosas pinturas de Claude Lorrain. Esses trabalhos causaram impacto em Turner, que imediatamente decidiu pintar temas históricos nas mesmas grandes dimensões. Ao invés de se sentir intimidado pelos mestres antigos, ele tentava imitá-los, competir com eles e, se possível, superá-los. A feroz competitividade era, aliás, outra característica de sua personalidade.

Em 1802, com apenas 26 anos, Turner passou a membro vitalício da Academia Real e, cinco anos depois, tornou-se professor de perspectiva.
 
Apesar de seus desentendimentos periódicos com os colegas e de suas ocasionais ausências das exposições organizadas pela casa, Turner fez da Academia seu lar profissional e emocional: permaneceria sempre fiel a ela, tomando-a quase como sua "mãe" — da mesma forma que via seus quadros como "filhos".



Paz e Enterro no Mar - 1842



A CARREIRA GRATIFICANTE

Turner viajou pela primeira vez ao continente em 1802, motivado por uma exposição no Louvre: Napoleão decidira mostrar os tesouros em obras de arte que pilhara durante suas conquistas na Europa. Turner foi um dos primeiros pintores ingleses a atravessar o canal da Mancha para vê-los. E desembarcou em Calais, durante forte tempestade que, num gesto típico dele, reproduziu em desenho no próprio local, acrescentando a nota: "Quase um naufrágio".

Antes de chegar a Paris, satisfez um antigo desejo, o de conhecer a Suíça — que percorreu em carruagem própria, comprada por medida de economia. Foi uma viagem exaustiva, e Turner comentou muito pouco a respeito do país.

Mas os Alpes o impressionaram vivamente, motivando mais de quatrocentos esboços, e estariam, a partir de então, entre os temas que mais abordou. Dez semanas depois estava em Paris, onde se dedicou a um estudo minucioso de mais de trinta obras expostas no Louvre.

De volta à Inglaterra, e com uma situação financeira cada vez melhor, em 1804 ele se sentiu suficientemente seguro para ampliar sua casa na Harley Street, construindo ali uma galeria onde organizava as próprias exposições: uma novidade entre os pintores britânicos, mas, na verdade, apenas mais um recurso de que Turner lançou mão para que seu trabalho fosse visto e mesmo compreendido.

Nos quinze anos seguintes ele iria restringir suas viagens à própria Inglaterra, visitando as propriedades e as regiões de seus patronos, fazendo estudos arquitetônicos e paisagísticos. No entanto, sua paixão por navios, pelo mar e pelos rios jamais arrefeceu. Em 1805 ele desenhou o Victory adentrando o rio Medway e trazendo ainda no convés o corpo do almirante Nelson.

Depois de viver por algum tempo em Hammersmith, Turner mudou-se para Isleworth, de onde supervisionou a construção de uma nova casa em Twickenham — sempre às margens do Tâmisa. Nessa ocasião seu pai juntou-se a ele, administrando seus negócios e trabalhando como seu assistente no estúdio.

Turner progredia e, pouco a pouco, foi sendo reconhecido como um dos maiores paisagistas de seu país.



O Cais de Calais - 1803



ITÁLIA: O IMPACTO DEFINITIVO

Mas a primeira visita que fez à Itália, no outono de 1819, iria provocar uma mudança radical em sua vida. Tinha, então, 44 anos e estava no auge de seu poder criativo. A Itália e sua arte o impressionaram sob todos os aspectos, mas nada o tocou tanto e tão profundamente como sua luminosidade. Em apenas dois meses, preparou aproximadamente 1.500 esboços em grafite. E teve, também, a oportunidade de observar e desenhar uma erupção do Vesúvio: um espetáculo, aliás, sob medida para seu gosto.

Depois de conhecer a Itália, Turner se decidiu a expressar uma visão própria da luminosidade e de seu poder. Nenhum artista antes dele imprimira a mesma intensidade ao tratar a luz enquanto pura cor. Apesar disso, ele não rompeu com seu passado, apenas estabelecendo uma nítida divisão entre o trabalho que fazia para manter sua renda e as telas experimentais, onde sua criatividade não via limites.

Continuou a viajar e a executar suas encomendas. Uma delas — na verdade, uma encomenda real — pedia que ele retratasse a Batalha de Trafalgar. Turner a fez banhada de patriotismo, mas, para sua grande decepção, o quadro não foi bem recebido na corte.

Em 1828, Turner estava de volta a Roma e novo explosivo impacto iria se desenvolver a partir dali em sua produção. No ano seguinte, porém, a morte de seu pai, aos 85 anos, foi um golpe tão terrível que, segundo um amigo, "Turner jamais mostrou ser o mesmo homem". Algumas visitas a Petworth, a convite de Lorde Egremont, trouxeram-lhe certo conforto e estimularam uma série de esplêndidos interiores. Logo depois, por volta de 1833, tudo indica que Turner iniciou novo relacionamento amoroso, com Sophia Booth, uma fazendeira de Margate. Tal como Sarah Danby, a sra. Booth era viúva recente dispunha de meios próprios de sobrevivência; na verdade, já se casara duas vezes antes. Mas, como sempre, um mistério envolveu também esse relacionamento e só se sabe mesmo que os dois estiveram juntos até a morte do pintor.

Logo no início da década de 1830, Turner passara a retratar cenas de Veneza e, após nova visita, em 1835, a cidade e sua extraordinária luminosidade tornaram-se uma obsessão, permeando definitivamente sua obra. Só que ela já estava ousada demais para o gosto popular da época, e o público não escondia sua contrariedade. Turner, porém, vivia sua plena maturidade artística. Seus quadros continuavam a ser expostos na Academia Real, e ele, por sua vez, enfrentava as hostilidades sem ceder; mais que isso, reagiu violentamente ao desprezo popular por suas conquistas estéticas, tornando suas imagens cada vez mais rarefeitas.

Mas também se isolava sempre mais. Comprou uma casa em Cheyne Walk, em Chelsea, numa curva do Tâmisa, onde viveu com a sra. Booth e em cujo sótão montou uma pequena galeria. Tornou-se mais recluso do que nunca, chamando a si mesmo de sr. Booth. Estava com mais de 70 anos e sua saúde dava sinais de declínio. Não deve ter sido à toa, portanto, que intitulou Visita ao Túmulo o último quadro que enviou para ser exposto na Academia Real. Morreu em 19 de dezembro de 1851, em seu quarto, observando o Tâmisa.

Foi enterrado na Catedral de São Paulo. Antes dos funerais, porém, os presentes se surpreenderam ao encontrar em sua galeria no sótão uma quantidade enorme de pinturas, muitas delas apodrecendo em seus esticadores e manchadas por goteiras. Em seu testamento, Turner deixava para sua pátria cerca de trezentos quadros a óleo e aproximadamente 20.000 aquarelas, pedindo que fossem alojados numa galeria especial. Também determinava que sua fortuna — somando 140.000 libras — fosse destinada a uma instituição que atendesse artistas ingleses necessitados, do sexo masculino. Mas seus desejos não foram cumpridos.
 

ASSISTA AO VÍDEO COM 1.530 PINTURAS
DE JOSEPH TURNER
(CLICAR NA SETA)

 




 
 
FONTE:
 
 
 

 
 

23 de julho de 2017

EM 22 DE JULHO CELEBRAMOS SANTA MARIA MADALENA. TESTEMUNHA DA RESSURREIÇÃO.

 
 
 
 
 
Natural de Mágdala, na Galileia, Maria Madalena foi contemporânea de Jesus Cristo, tendo vivido no Século I. O testemunho de Maria Madalena é encontrado nos quatro Evangelhos:
 
Os doze estavam com ele, e também mulheres que tinham sido curadas de espíritos maus e de doenças. Maria, dita de Mágdala, da qual haviam saído sete demônios…” (Lc 8,1-2).
 
Após ter sido curada por Jesus, Maria Madalena coloca-se a serviço do Reino de Deus, fazendo um caminho de discipulado, de seguimento a Nosso Senhor no amor e no serviço. E este amor maduro de Maria Madalena levou-a até ao momento mais difícil da vida e da missão de Nosso Senhor, permanecendo ao lado d’Ele:
 
Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe e a irmã de sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena” (Jo 19,25).
 
Maria Madalena foi a primeira testemunha da Ressurreição de Jesus:
 
“Então, Jesus falou: ‘Maria!’ Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: ‘Rabûni!’ (que quer dizer: Mestre)” (Jo 20,16).
 
A partir deste encontro com o Ressuscitado, Maria Madalena, discípula fiel, viveu uma vida de testemunho e de luta pela santidade.
 
Existe também uma tradição de que Maria Madalena, juntamente com a Virgem Maria e o Apóstolo João, foi evangelizar em Éfeso, onde depois veio a falecer nesta cidade.
 
O culto à Santa Maria Madalena no Ocidente propagou-se a partir do Século XII.
 
Santa Maria Madalena, rogai por nós!
 
 
 

 
 
Padroeira dos pecadores arrependidos, dos convertidos, das mulheres, das pessoas ridicularizadas por sua piedade, dos boticários, dos cabeleireiros, dos curtumeiros, dos fabricantes de perfumes, dos farmacêuticos, dos fabricantes de luvas,  da vida contemplativa e contra a tentação sexual .

Origens

“Madalena”, na verdade, é um apelido e significa “aquela que veio de Magdala”, cidade que ficava às margens do Lago de Genesaré, perto de Cafarnaum, na Terra Santa. Por este apelido sabemos que esta Maria veio de Magdala. No tempo de Jesus, Magdala era uma cidade importante. Para se ter uma ideia, tintureiros e pescadores tinham bairros específicos na cidade. Ali havia indústrias de barcos e de peixes em conserva. Além disso, sabe-se que um excelente tipo de lã era vendida ali em mais de oitenta lojas. A palavra “Magdala” significa “torre”. Achados recentes indicam, de fato, uma torre nas ruínas de Magdala. Os arqueólogos acreditam que se tratava de um farol.

Santa Maria Madalena – mulher de posses

Sabemos que Maria Madalena foi uma pecadora convertida. Além disso, sabemos que ela era uma mulher de posses, contada entre as mulheres que ajudavam o grupo de Jesus e os doze com suas posses, ao lado da mulher de um procurador de Herodes entre outras. (Lucas 8, 2-3). Além disso, antes da ressurreição do Senhor, “Maria Madalena e outras duas mulheres compraram aromas para ungir Jesus". (Marcos 16,1). Estes aromas usados na preparação dos defuntos eram artigos caros e poucos tinham dinheiro para comprá-los.

Dinheiro a serviço do Reino dos Céus

 
 
 
Se Maria Madalena foi, de fato, uma prostituta, deve ter sido famosa e muito bonita, porque poucas mulheres em Israel tinham posses como ela. O admirável nisso tudo é que, após conhecer Jesus e ter sido salva por Ele, Santa Maria Madalena colocou suas posses, conseguidas, talvez, com o dinheiro da prostituição, a serviço do Reino de Deus, mostrando que a conversão chegou a todas as áreas da vida desta grande santa.
 
 

Fiel até o fim

 
 
Outra característica marcante de Santa Maria Madalena foi a fidelidade a Nosso Senhor Jesus Cristo. Três versículos do Evangelho de São Mateus que, por vezes, passam despercebidos, revelam-nos esta fidelidade. Primeiro, aos pés da cruz de Jesus, quando todos os discípulos (menos João) tinham fugido, ela estava lá junto com Maria, Mãe de Jesus:
 
 
"Entre elas se achavam Maria Madalena e Maria, mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu" ( Mt 27,56). Depois, quando Jesus tinha sido sepultado, "Maria Madalena e a outra Maria ficaram lá, sentadas defronte do túmulo" (Mt 27,61). E, por fim, "Depois do sábado, quando amanhecia o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o túmulo" (Mt 28,1). Tudo isso revela o amor e a fidelidade de Santa Maria Madalena. Não é à toa que seu nome figura entre os primeiros da Ladainha de Todos os Santos.
 
 

A primeira a ver Jesus ressuscitado

 
 
 
Outro dado marcante sobre Santa Maria Madalena é o fato de ela ter sido a primeira testemunha ocular de Jesus ressuscitado. Sim, segundo os Evangelhos, ela foi a primeira a ver e a falar com Jesus na madrugada do domingo, logo após a ressurreição do Mestre, como vemos no Evangelho de São João 20, 1-18.
 
 

A primeira anunciadora da ressurreição de Jesus

 
 
Além de ter sido a primeira testemunha de Jesus ressuscitado, ela foi também a primeira a anunciar o milagre da ressurreição de Jesus. Este primeiro anúncio, chamado “Kerigma”, tão prezado pelos Apóstolos, foi, antes de tudo, feito por uma mulher, em contraponto à mentalidade machista da época. O fato evidencia que Nosso Senhor Jesus Cristo preza a fidelidade e o amor, antes das convenções sociais. A Tradição Cristã também atesta que Santa Maria Madalena foi uma grande anunciadora do Evangelho depois de Pentecostes. Seu exemplo é maravilhoso. Ela foi discípula de Jesus e, depois, evangelizadora. Por tudo isso, Santa Maria Madalena é grande e seu exemplo deve ser seguido por todos nós.
 
 
 
 

Oração a Santa Maria Madalena

 
 
“Santa Maria Madalena, o Deus Todo Poderoso, cujo Filho vos purificou de corpo e alma, fostes chamada para ser testemunha da Sua ressurreição. Misericordiosamente vos foi concedida a graça de serdes purificada de todas as enfermidades físicas e morais. Fazei com que também eu, pobre pecador, conheça o poder da vida infinita. Trazei até mim a bênção do Espírito Santo que vive e reina, o poder do Deus único e de Seu Filho Jesus Cristo. Agora, e para sempre.
 
Amém.”
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FONTE:
 

15 de julho de 2017

DIA 14 DE JULHO, CELEBRAMOS O SANTO CATÓLICO SÃO CAMILO DE LELLIS.

 
 
 

 
 
 
Nasceu no ano de 1550 na Itália. Filho de pai militar, também seguiu essa carreira, mas não pode prosseguir devido a um tumor em um dos pés. Recorreu ao hospital de São Tiago em  Roma, onde viveu sua compaixão pelos outros doentes.

 
Pertencente de uma nobre e tradicional família, Camilo de Lellis foi militar e pelo seu caráter, expulso da tropa. Viciado em jogo, levava uma vida profana e decadente. Perdeu todos os seus bens. No momento o mais melancólico de sua vida, em uma situação de mendicância, Camilo foi tocado pela graça divina, arrependendo-se de todos os seus pecados, passando a dedicar sua vida a servir, por espírito de caridade, aos doentes pobres em hospitais. E diante de tanta dedicação, fundou a Companhia dos Servidores dos Enfermos, conhecidos como Camilianos. E não é por menos que tornou-se patrono dos enfermos e dos hospitais.
 
Seu sobrenome remonta à história da igreja, época do bispo Teodoro de Lellis. Todavia, Camilo de Lellis fez a própria história e deixou sua fé e sua dedicação aos enfermos disseminadas por todo o mundo.
São Camilo era italiano dos Abruzos, mais precisamente da localidade de Bucchianico. Em 1550, ano de seu nascimento, sua família carregava no sangue virtude, coragem e brio dos que lutaram nas Cruzadas.
 
 
Seu nascimento coroou o casamento de tantos anos da senhora Camila, a mãe, que até os 60 anos de idade não tinha conseguido dar um herdeiro ao esposo João.

Vida voluntária

E foi com 17 anos que Camilo alistou-se como voluntário no exército de Veneza. Naquela época, pôde conviver com o drama dos enfermos que agonizavam diante de várias doenças. Foi dessa época também que Camilo passou a viver com uma dolorosa úlcera no pé, que o acompanhou até o último dia de vida. Nesse período, também sofreu a perda do pai e sua vida enveredou-se para os prazeres mundanos, como o da jogatina.
 
A vida de Camilo mudou completamente. Sofreu diante da falta de condições financeiras e de saúde. Doente, não conseguiu local para internar-se, o que o fez partir para Roma, pedindo auxílio no Hospital Santiago, justamente para tratar da chaga no pé direito. Camilo não tinha dinheiro para pagar o tratamento e ofereceu-se para trabalhos de servente e de enfermeiro.
 
Mal cicatrizada a ferida, Camilo, sem nenhum recurso financeiro, soube que o país recrutava voluntários para combater os turcos. E lá foi ele. Não parou tão cedo. Em 1573, quase restabelecido economicamente, Camilo, mais uma vez, rendeu-se aos prazeres mundanos e atirou-se aos jogos. Perdeu tudo. Ficou a zero, reduzido à miséria. Retornou a Nápoles e prometeu se fazer religioso franciscano.
 
Um ano depois, Camilo esqueceu-se do voto que fizera de se tornar religioso franciscano e mergulhou novamente no jogo. O jogo e a bebida tornaram-se vícios em sua vida. Ficou novamente na miséria. Partiu para Veneza. Passou frio e fome. Não tinha onde morar, nem dormir. Em uma das derrotas no jogo, deu como pagamento a própria camisa. Depois de muito perambular, conseguiu abrigo no convento dos capuchinhos, momento em que lembrou do voto de tornar-se religioso. Converteu-se realmente.

Missão

Camilo retornou ao Hospital Santiago, desta vez como mestre da casa. Apesar de doente, tratou dos enfermos como de si. Em 1581, com a saúde precária, decide tratar dos doentes gratuitamente. Na época, Camilo foi levado a agir assim diante da exploração, desonestidade e falta de escrúpulos dos médicos para com os doentes. Em 1582, Camilo teve a primeira inspiração de instituir uma companhia de homens piedosos que aceitassem, generosamente, a missão de socorrer os pobres enfermos, sem preocupação de recompensa. O Papa Sisto V aprova os regulamentos da companhia em 18 de Março de 1586.
 
 
Aos 32 anos voltou aos estudos sob orientação de São Filipe Néri, sendo ordenado sacerdote aos 34 anos. A sua companhia rapidamente se distingue pela caridade no tratamento de doentes. em 21 de Setembro de 1591, o Papa Gregório XIV a reconhece como ordem religiosa.
 
Em 8 de dezembro de 1591, Camilo e seus companheiros fazem a sua profissão de fé, incluindo um quarto voto de dedicação aos doentes, ainda que com risco de sua própria vida.
 
 
Na guerra que logo em seguida houve na Hungria, os "Camilianos" trabalharam como primeira unidade médica de campo, cuidando dos feridos.
 
 
Não bastou a Camilo tomar consigo apenas bons enfermeiros e alguns até médicos, os doentes careciam também de assistência religiosa. É evidente que a alma bem cuidada dispõe melhor o corpo para suportar os sofrimentos e sobrepor-se à doença. Vale destacar que antes de ser santo, Camilo não tinha qualquer ligação de fé no Senhor.
 
 
Segundo relato de um companheiro, "[Camilo] Contemplava nos doentes, com tão sentida emoção, a pessoa de Cristo que, muitas vezes, quando lhes dava de comer, pensando serem outros cristos, chegava a pedir-lhes a graça e o perdão dos pecados. Mantinha-se diante deles com tanto respeito, como se estivesse realmente na presença do Senhor. De nada falava com mais frequência e com mais fervor do que da santa caridade. O seu desejo era imprimi-la no coração de todos os homens".
 
 
Muito doente, Camilo renunciou em 1607 ao cargo de Superior Geral de sua Ordem Religiosa .
 
 
Faleceu em Roma aos 14 de julho de 1614. Sua festa é celebrada aos 14 de julho, data de sua morte.
 
 
Nos primeiros dias de julho de 1614, já no seu leito de morte, recebeu a última comunhão e deixou as seguintes recomendações:
 
 
"Observai bem as regras. Haja entre vós uma grande união e muito amor. Amai, e muito, a nossa Ordem, e dedicai-vos ao apostolado dos enfermos. Trabalhai com muita alegria nesta vinha do Senhor. Se Deus me levar para o Céu, vos hei de ajudar muito de lá. As perseguições que sofreu nossa obra vieram do ódio que o demônio tem ao ver quantas almas lhe escaparam pelas garras. E já que Deus se serviu de mim, vilíssimo pecador para fundar miraculosamente esta Ordem, Ele há de propagá-las para o bem de muitas almas pelo mundo inteiro. Meus padres e queridos irmãos: eu peço misericórdia a Deus e perdão ao padre Geral aqui presente e a todos vós, de todo mau exemplo que eu pudesse ter dado, talvez mais pela minha ignorância, do que pela má vontade. Enfim, eu vos concedo da parte de Deus, como vosso Pai, em nome da Santíssima Trindade e da bem-aventurada Virgem Maria, a vós aqui presentes, aos ausentes e aos futuros, mil bênçãos".
 
Seu féretro foi marcado por muita comoção e acompanhado por uma multidão. Mas um milagre era visto naquele dia: enquanto preparavam o corpo de Camilo para o funeral, os médicos, estarrecidos, notaram que a chaga havia desaparecido.
 
 
Em 1746, durante uma festa dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, o Papa Bento XIV, no dia 29 de junho, declara Santo o nome de Camilo de Lellis.
 
Em 1886, Leão XIII declarou São Camilo, juntamente com São João de Deus, Celestes protetores de todos os enfermos e hospitais do mundo católico.
São Camilo partiu para o céu em 1614.






 

ORAÇÃO A SÃO CAMILO DE LÉLLIS
 
 
 
 
 
Glorioso São Camilo, volvei um olhar de misericórdia sobre os que sofrem e sobre os que os assistem. Concedei aos doentes aceitação cristã, confiança na bondade e no poder de Deus. Daí aos que cuidam dos doentes dedicação generosa e cheia de amor. Ajudai-me a entender o mistério do sofrimento, como meio de redenção e caminho para Deus. Vossa proteção conforte os doentes e seus familiares, e os encoraje na vivência do amor. Abençoai os que se dedicam aos enfermos, e que o bom Deus conceda paz e esperança a todos. Amém.

São Camilo de Léllis, rogai por nós!
 
 
 
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